Sobre um domingo…

26 03 2012

Ver a tarde morrer na grama
e a noite crescer nos teus olhos
não ver nada, além de você…

Mesmo que a cidade passe rente ao meu ouvido
transformo em silêncio os ruídos
deixo o mundo esquecido
para imaginar as histórias que tem compõem
Enxergar as estrelas no céu claro da cidade
e  para que o tempo morra lento
fingir que toda semana é feita de domingos
e que só existe essa tarde nos dias de nossas vidas
Deixar que a preguiça seja leito
para dois corpos, compostos de desejos…
E pensar que nenhuma lei ou regra
vai tirar-me do mergulho leve
que atirei-me em você
Amoroso
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Por um poema a cada dia – 14/3/12

26 03 2012

Não escrevo poesia
registro impressões

E sempre levamos algo nosso
para as coisas que enxergamos

Lucas De Nardi





Por um poema a cada dia – 13/3/12

26 03 2012

O calor é o castigo do Sol
O vento, o assobio do mar
E a chuva, a saudades da água pela terra

Lucas De Nardi





Por um poema a cada dia – 9/3/12

20 03 2012

Amanheci com a cabeça deitada nos sonhos
E o som da rua não virou despertador
Porque no quarto escuro algumas ideias brilham
E uma madrugada calada pode ter muita agitação

Lucas De Nardi





17 03 2012

Deitar é um pedido do corpo para que a mente produza esquecimento.





Por um poema a cada dia 2 – 8/3/12

17 03 2012

A conversa é a solidão da voz
A palavra falada, o perfume da boca
E nunca duas pessoas ouvem a mesma coisa

Portanto, tudo quanto falo
certo ou errado…
Não percorre o mesmo caminho
de duas cabeças por onde passam…

Lucas De Nardi





Por um poema a cada dia – 8/3/12

17 03 2012

Eu peco pelo excesso
Vivo pelas beiradas
mas nunca pela metade

Lucas De Nardi