Belos e Malditos, F. Scott Fitzgerald

8 02 2012

“Ao chegar em casa sua imaginação pululara de sonhos fantásticos e espantosos. De repente não havia mais problema na sua cabeça, nenhuma questão eterna a ser resolvida e tornar a ser resolvida. Ele sentira uma emoção que não era nem física nem mental, nem apenas uma mistura dos dois, e o amor pela vida pela vida absorveu-o, por enquanto, com a exclusão de tudo mais. Ele se dava por satisfeito de deixar que essa experiência permanecesse isolada e singular”

 


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