Quem já esteve em um relacionamento longo e depois ficou solteiro já passou por isso. Assim que os amigos sabem do término do namoro eles, inevitavelmente, vão convidá-lo para uma balada. Então, acontece uma situação típica: a negação! O novo solteiro vem com aquela velha desculpa de que a noite não lhe agrada, de que nunca gostou de sair e que não se encontra ninguém interessante em uma festa, afinal todas as pessoas que saem para curtir uma balada são vazias. Aqui abro um pequeno parênteses, ainda abrirei outros ao longo do texto, existem pessoas vazias em todos os ambientes, mesmo em saraus, jornadas literárias, cursos de filosofia, oficinas de poesia, etc. Portanto, não se prenda tanto aos estereótipos.
Bom, o fato é que você será arrastado para a noite em algum momento. E parece bem óbvio que não aprecie aquilo imediatamente, afinal, é escuro, a música é alta, você conhece pouca gente, as pessoas passam sem pedir licença e além de tudo você tem que dançar… Em outras palavras, você foi dragado para uma zona absolutamente desconfortável se comparada com a vida de um casal. Portanto, será necessária uma adaptação à nova situação. Alguns bebem, outros desistem, outros engatam um novo namoro e há aqueles, assim como eu, que insistem naquela labuta, com o objetivo de tirar algum proveito desse novo universo que aos poucos se revela à nossa frente.
Pois bem, após passar os últimos 8 meses neste processo de adaptação muita coisa aconteceu, fiz um grande esforço para sair da minha zona de conforto (no meu caso, o sofá ou a cama), conheci muita gente (rasas, cheias demais, vazias, entupidas, em processo de construção…), descobri novos tipos de música (que animam meus dias e mudam meu astral), zerei várias noites (a maior pressão que existe em cima de um homem solteiro que está na noite é que ele não vá embora sem pegar ninguém. Não sei exatamente porque, mas é isso que acontece!), dei muita risada, fui em festas péssimas, curti momentos inesquecíveis, e passei a gostar de um ambiente que antes só conhecia pelas histórias dos outros. Depois de tudo isso, além de amadurecer como pessoa e exercitar minha tolerância e bom-senso, acho que cheguei a uma fórmula para quem quiser desfrutar de uma boa festa.
Para todos aqueles que dizem não gostar da noite, eu lhes sugiro o seguinte. Primeiro descubra qual o tipo de música que você gosta de dançar, depois busque por um lugar que as toque. Então, reuna os seus amigos, as pessoas com quem você se diverte pelo simples fato de lhe fazerem companhia, e leve-os consigo para a balada. Misture as duas coisas com uma boa dose de entusiasmo e muito fôlego! Eu duvido que alguém consiga não se divertir dessa maneira.
Isso porque, na minha visão, o grande barato das festas, não está no álcool ou nas drogas, mas, sim, na música e nos amigos!
Espero que dê certo! Boas festas e um ótimo 2012 para todos.
Bom, o fato é que você será arrastado para a noite em algum momento. E parece bem óbvio que não aprecie aquilo imediatamente, afinal, é escuro, a música é alta, você conhece pouca gente, as pessoas passam sem pedir licença e além de tudo você tem que dançar… Em outras palavras, você foi dragado para uma zona absolutamente desconfortável se comparada com a vida de um casal. Portanto, será necessária uma adaptação à nova situação. Alguns bebem, outros desistem, outros engatam um novo namoro e há aqueles, assim como eu, que insistem naquela labuta, com o objetivo de tirar algum proveito desse novo universo que aos poucos se revela à nossa frente.
Pois bem, após passar os últimos 8 meses neste processo de adaptação muita coisa aconteceu, fiz um grande esforço para sair da minha zona de conforto (no meu caso, o sofá ou a cama), conheci muita gente (rasas, cheias demais, vazias, entupidas, em processo de construção…), descobri novos tipos de música (que animam meus dias e mudam meu astral), zerei várias noites (a maior pressão que existe em cima de um homem solteiro que está na noite é que ele não vá embora sem pegar ninguém. Não sei exatamente porque, mas é isso que acontece!), dei muita risada, fui em festas péssimas, curti momentos inesquecíveis, e passei a gostar de um ambiente que antes só conhecia pelas histórias dos outros. Depois de tudo isso, além de amadurecer como pessoa e exercitar minha tolerância e bom-senso, acho que cheguei a uma fórmula para quem quiser desfrutar de uma boa festa.
Para todos aqueles que dizem não gostar da noite, eu lhes sugiro o seguinte. Primeiro descubra qual o tipo de música que você gosta de dançar, depois busque por um lugar que as toque. Então, reuna os seus amigos, as pessoas com quem você se diverte pelo simples fato de lhe fazerem companhia, e leve-os consigo para a balada. Misture as duas coisas com uma boa dose de entusiasmo e muito fôlego! Eu duvido que alguém consiga não se divertir dessa maneira.
Isso porque, na minha visão, o grande barato das festas, não está no álcool ou nas drogas, mas, sim, na música e nos amigos!
Espero que dê certo! Boas festas e um ótimo 2012 para todos.
Lucas De Nardi



adorei <3
Amei Lucas!